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Ronaldo Zero

regisseur

“...tanto o aspecto político quanto o lirismo presentes na obra emergem com força na encenação de Ronaldo Zero...”

Ainadamar – Theatro Municipal de São Paulo

Danielle Crepaldi – Site Notas Musicais

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TERRITÓRIO

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BIO

<p>Ronaldo Zero é um diretor cênico com ampla atuação em importantes palcos do Brasil. Seu trabalho transita entre ópera, teatro, música de concerto e dança.</p><br/><p>Como diretor, assinou a encenação das óperas <em><strong>A Hora Espanhola</strong></em> (Ravel, 2025), com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais; <em><strong>Devoção</strong></em><strong> </strong>(Ripper, estreia mundial em 2024), no Palácio das Artes; <em><strong>Ainadamar</strong></em><strong> </strong>(Golijov, 2023) e <em><strong>María de Buenos Aires</strong></em> (Piazzolla, 2021 e 2024), ambas no Theatro Municipal de São Paulo, com grande repercussão da crítica.</p><br/><p>Dirigiu ainda <em><strong>Os Conspiradores</strong></em> (Schubert) e <em><strong>O Rapto do Serralho</strong></em> (Mozart), ambas em 2023 no Theatro São Pedro - esta última em parceria com Jorge Takla. Com Jorge também co-dirigiu <em><strong>Carmen</strong></em><strong> </strong>(Bizet) no TMSP em 2024.</p><br/><p>Em 2022, criou e dirigiu o espetáculo <em>Poder Supremo</em>, indicado ao Prêmio APCA de Melhor Show Musical.</p><br/><p>Foi assistente de direção cênica em montagens de grandes títulos como <em>La Fanciulla del West</em> (Puccini), <em>O Amor das Três Laranjas</em> (Prokofiev), <em>Os Capuletos e os Montéquios</em> (Bellini), <em>Rigoletto</em> (Verdi), <em>The Rake’s Progress</em> (Stravinsky), <em>A Viúva Alegre</em> (Lehár), em produções realizadas no Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, Palácio das Artes, Solís, Theatro da Paz, Teatro Amazonas e outros teatros brasileiros, atuando também como diretor de palco e trabalhando com nomes como Jorge Takla, Gerald Thomas, Davide Livermore, Caetano Vilela, Livia Sabag, Stefano Poda, Pier Francesco Maestrini, Arnaud Bernard, Carla Camurati e William Pereira, Henning Brockhaus, Giancarlo del Monaco e La Fura dels Baus.</p>

CRÍTICAS

“...tanto o aspecto político quanto o lirismo presentes na obra emergem poderosamente na encenação de Ronaldo Zero... Embora o palco vazio seja central para a produção – assim como o palco teatral é o ponto de partida para todas as histórias – ele é entrecortado por um conjunto de imagens visuais de impressionante poder... Vale destacar a qualidade notável desta performance, conduzida (sobretudo) por mulheres ferozes que dominam plenamente seus papéis tanto vocal quanto teatralmente, uma clara demonstração de respeito pelos universos da música, do teatro e, de fato, pelos ideais que a obra representa, já que estamos falando de um elenco quase exclusivamente feminino proclamando liberdade e igualdade em um mundo onde as mulheres ainda são preteridas em favor dos homens...”

Ainadamar, O. Golijov – Theatro Municipal de São Paulo

Danielle Crepaldi – Site Notas Musicais, 2023


“...o que é particularmente interessante é como a direção de atores de Ronaldo Zero navega no espaço entre o concreto e o fantástico, com Mariana também presente em palco...”

Isolda Tristão – Theatro Municipal de São Paulo

João Luiz Sampaio – Revista Concerto, 2023


“...imagens de arquivo – muitas cenas da antiga Buenos Aires – são intercaladas com filmagens ao vivo no palco, todas editadas em tempo real e projetadas em duas telas: uma gigante que ocupa todo o fundo do palco e uma menor feita de veludo... Pode parecer muito, mas na verdade, a história de María exige esse transbordamento de significado... ela irradia vida, criatividade e bom gosto.”

Maria de Buenos Aires – Theatro Municipal de São Paulo

Sidney Molina – Jornal Folha de São Paulo, 2021


“A estreia de Devoção aconteceu primeiro no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, na cidade de Congonhas... e depois no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, com direção completa de Ronaldo Zero... O requinte visual, em todo o amplo proscênio do Palácio das Artes, rendeu belos resultados. As cenas da aldeia eram ricas em cores e altamente impactantes.”

Devoção (JG Ripper) – Palácio das Artes, Minas Gerais

Márvio dos Anjos – Jornal O Globo 2024

REPERTÓRIO DE ÓPERA

REPERTÓRIO DE CONCERTOS

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