_crop10x15.jpg)
Lício Bruno
baixo-barítono
"El Holandés del bajo-barítono Licio Bruno desplegó gran dignidad vocal y escénica. Evitó el melodramatismo y el apasionamiento exagerado y su condena despertó piedad, porque todo lo que hizo impresionó como verdadero."
La Nación, 2013
SIGA
TERRITÓRIO
América Latina - exclusivo
BIO
Baixo-barítono com uma carreira internacional de 35 anos, especializado em Ópera e Repertório Sinfônico na Academia de Música Franz Liszt e na Ópera de Budapeste, na Hungria, onde trabalhou como artista residente e artista convidado. Licio Bruno é Professor Associado e pesquisador na Faculdade de Música do Espírito Santo. Ele é o coordenador pedagógico dos cursos de Pós-Graduação no Coletivo das Artes.
Vencedor do Prêmio Carlos Gomes em 2004, recebeu 10 prêmios em concursos de Canto nacionais e internacionais. Em 2015, foi agraciado com a "Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes" pela SBACE-SP e a Medalha do 50º Aniversário das Forças de Paz da ONU - ABIFIP-UN.
Reconhecido como um dos intérpretes clássicos aclamados do Brasil pela crítica especializada, ele se apresenta em diversos gêneros - ópera, opereta, missas e oratórios, repertório sinfônico e de câmara. Foi dirigido por Amir Haddad, José Possi Netto, Jorge Takla, Gianni Rato, Sérgio Britto, Werner Herzog, André Heller-Lopes, Carla Camurati, entre outros. Também colaborou com várias orquestras e maestros, incluindo Lorin Maazel, Fabio Mechetti, Isaac Karabtchevsky, Kováts János, Roberto Minczuck, Pier Giorgio Morandi e Marin Alsop, em teatros como a Ópera de Budapeste, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e São Paulo, Sala São Paulo, Teatro Colón em Bogotá, Argentino de La Plata em Buenos Aires e Teatro El Circulo em Rosario.
Cantou mais de 80 papéis principais em óperas como "Otello", "La Traviata", "Aida", "Falstaff", "Rigoletto", "Un Ballo in Maschera", "Ernani" de G. Verdi, "Carmen", "Les Pêcheurs de Perles" de G. Bizet, "Fidelio" de L.V. Beethoven, "Lucia di Lammermoor", "Elisir D’Amore", "Don Pasquale" e outras de G. Donizetti, "Castelo de Barba Azul" de Bartok, "O Caixeiro da Taverna" e "Serafim e o lugar onde não se morre" de G. Bernstein, "Romeu e Julieta" de C. Gounod, "Iphigenie en Tauride" de C. W. Gluck, "A Viúva Alegre" de F. Lehár, "Medeia" de Mario Ferraro, "I Pagliacci" de R. Leoncavallo, "Cavalleria Rusticana" de P. Mascagni, óperas de W. A. Mozart como "A Flauta Mágica", "Don Giovanni", "As Bodas de Fígaro" e "Cosi Fan Tutte", "La Serva Padrona" e "Livietta e Tracollo" de G. B. Pergolesi, "La Gioconda" de A. Ponchielli, óperas de G. Puccini como "La Bohème", "La Fanciulla del West", "Gianni Schicchi", "Madama Butterfly", "Manon Lescaut", "Tosca" e "Turandot", "O Barbeiro de Sevilha", "La Cenerentola", "L’Italiana in Algeri" e "Il Turco in Italia" de G. Rossini, "Die Fledermauss" de J. Strauss, "Salome" de R. Strauss, e em obras de R. Wagner, como Wotan no Ciclo do Anel - "Das Rheingold", "Die Walküre", "Siegfried" – e em "Tannhäuser", "Lohengrin" e "Der Fliegende Holländer", entre outros.
