
Jabez Lima
tenor
“Frei Malthus (Jabez Lima) parece um crente à deriva, afogado em sua própria libido. Sua crise de fé é cantada com tamanho desespero que beira o indecente e ainda assim, é impossível desviar os olhos (ou os ouvidos). Jabez canta como quem se flagela, e o resultado é de uma beleza suja, quase sacrílega. Uma ópera que se preze precisa de um sacrifício, e ele se oferece inteiro.”
Hilda Furacão, ópera de Tim Rescala
Mauro Senna, Circuito Blog, setembro de 2025
SIGA
TERRITÓRIO
América Latina, exclusivo
BIO
O tenor Jabez Lima é reconhecido como um dos principais intérpretes de J. S. Bach no Brasil, tendo se aperfeiçoado como Evangelista na Paixão segundo São João, Paixão segundo São Mateus e no Oratório de Natal.
Atua em recitais e óperas nos principais teatros do país também com repertório moderno e contemporâneo, consolidando-se como um dos tenores mais versáteis de sua geração.
Em 2024 e 2025, representou o Brasil no Festival Internationale BachAkademie Stuttgart, Alemanha, sendo o único tenor solista de fora da Europa.
Em 2023, foi solista no Magnificat de J. S. Bach com a OSESP sob regência de Masaaki Suzuki e também foi solista da Missa de Santa Cecília, de José Maurício Nunes Garcia.
Jabez se apresentou como solista sob a regência de importantes regentes como Thierry Fischer, Roberto Minczuk, Cláudio Cruz, Silvio Viegas, Luís Otávio Santos, Marcelo Lehninger, Hans Christoph Rademann, Celso Antunes, Masaaki Suzuki, Jos van Veldhoven, Bart Naessens, Alex Klein, Kathy Romey, Ricardo Kanji, Ricardo Bernardes, Stéphane Denève, Valentina Peleggi, Hilo Carriel, Rodrigo Toffolo, Luciano Camargo, William Coelho, Marcos Arakaki, Juliano Buosi, Cláudia Feres entre outros.
Jabez Lima é licenciado em Música pela Faculdade Cantareira e estudou na Escola Municipal de Música de São Paulo e na Escola de Música do Estado de São Paulo.
Desde 2014 integra o coro da OSESP, onde tem atuado também como solista.
CRÍTICAS
“O tenor Jábez Lima, cantor que vem se destacando em ótimos trabalhos, fez Édipo com bonito e rico timbre.”
Édipo Rei, ópera de Luciano Camargo
-------Nelson Kunze, Concerto Magazin, September 2025
“Foi muito especial também o Actéon de Jabez Lima”
Actéon, Charpentier
-------João Luiz Sampaio, Concerto Magazin, August 2022
“E se Hilda nega a salvação, Frei Malthus (Jabez Lima) parece um crente à deriva, afogado em sua própria libido. Sua crise de fé é cantada com tamanho desespero que beira o indecente e ainda assim, é impossível desviar os olhos (ou os ouvidos). Jabez canta como quem se flagela, e o resultado é de uma beleza suja, quase sacrílega. Uma ópera que se preze precisa de um sacrifício, e ele se oferece inteiro.”
-------Hilda Furacão, ópera de Tim Rescala
-------Mauro Senna, Circuito Blog, September 2025
